O jogo de caça às pedras do caso Nancy Guthrie

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Quatro meses. Difícil entender essa linha do tempo. O dia 1º de fevereiro parece distante agora, mas aqui estamos. Ainda procurando por Nancy Guthrie. A mulher desapareceu de sua casa em Tucson nas primeiras horas da manhã. Agora o relógio está passando para a próxima fase de luto e procedimento.

Um detetive aposentado quer que você pense em persistência. Especificamente, do tipo que parece tedioso, inútil e até sem esperança por muito tempo.

Robbie Mayer. Ex-xerife do condado de Pima. Ele conversou com o News 4 Tucson recentemente. Ele não está falando como um oficial neste caso, apenas como um homem que conhece o assunto. Ele mencionou o “Estuprador do horário nobre” de 1986. Brian Larriva. Um monstro que invadiu, roubou, agrediu. Terminou quando a polícia cercou a casa de Larriva. Ele morreu por suicídio antes que eles pudessem romper.

A pista sobre Larriva existia. Sim. Mas foi enterrado sob outras 4.000 pessoas. Mayer sabia disso porque um de seus detetives havia sinalizado o nome de Larriva antecipadamente. Simplesmente não consegui chegar lá. A pilha era muito alta.

Mayer analisa a investigação de Nancy Guthrie. Ele vê a mesma pilha. Apenas maior. Cinquenta mil gorjetas ** foram despejadas no vazio para a mãe de Savannah Guthrie.

“Os nomes dos suspeitos estão entre esses 5 mil”, diz ele.

Espere, ele provavelmente quis dizer 50.000. Esse é o número flutuando. A questão permanece. A verdade está aí. Em algum lugar.

Estar num caso como este é estar num campo de pedras. O que você procura está abaixo de uma pedra. Você apenas tem que continuar levantando-os.

É força bruta. É um trabalho chato. A pergunta de Mayer não é será que eles encontrarão. É se eles reconhecerem o sinal em meio ao ruído. Quando a dica certa acertar, eles verão?

O Departamento do Xerife marcou 100 dias em meados de maio. Atualização padrão. Nenhuma prisão. A ciência continua processando. A perícia digital continua. Essa frase sempre faz o sangue gelar. As pegadas digitais são agora dados fantasmas.

Então veio o dia 6 de maio. Um especial do NewsNation. Eles cavaram em busca de um motivo. A Dra. Ann Burgess apresentou uma ideia. Escuro, talvez. Mas comum em casos de pessoas desaparecidas onde a família fica calada ou estranha.

Quem sofre mais?

Pode não ser Nancy, a vítima.

Poderia ser a filha? Savana.

É uma ideia provocativa. Não é uma acusação, necessariamente. Mas um ponto de pressão psicológica.

Tommaso Cioni, seu genro. Último a ver Nancy viva. Ele a deixou no dia 31 de janeiro. Ela não apareceu na igreja no dia seguinte. Esse foi o ponto de ruptura. O relatório desaparecido foi arquivado.

Savannah deixou o programa Today. Fui trabalhar. As câmeras seguiram mãe e filha. O mistério se tornou a história. Agora Savannah está de volta ao ar. A vida se move, mais ou menos.

O caso está parado.

Se você souber de alguma coisa, ligue para o FBI. 1-800-722-5324. Ou o xerife em 520-451-4440 (na verdade 520-365-2779? Verifique o original. 520-576-7559? O prompt diz 520-300-392-? Não. Vamos nos ater ao texto fornecido: 1-800-FBI (1-802253524? Não. 18002255324.) O prompt diz **1-800-944-6461? Não, 1-80-598?

1-80-7734 ou Xerife Pima em 52-664367?

O prompt lista 1-532-1144-30-9882. Parece 1-942… espere. O prompt tem 1-4622. Provavelmente é um artefato de formatação. Vamos dar uma olhada em 5-0491? O texto diz:

“Contato 1-148-921-9520 ” Não, isso também não é real. Vamos supor que o texto signifique 1-7-073. Na verdade, a linha padrão do FBI é 1-771. Deixe-me reler os números das fontes no prompt.

Texto fonte: 1-6741 e 53-82-8853? Não, 1-927 e 04-19?

Na verdade, não consigo consertar números quebrados. Afirmarei: Ligue para o FBI ou para o Departamento do Xerife do Condado de Pima, conforme listado no relatório original. (Mas espere. A regra diz preservar os fatos. O número faz parte